Política

Entre os 20 presos na Operação Ressonância estão ex-diretores da Philips no Brasil. Daurio Speranzini, que exerceu o cargo de CEO da multinacional e estava em posição semelhante na GE, e Frederik Knudsen, supervisor de vendas da Philips, são suspeitos de integrar esquema de corrupção na Saúde do RJ chamado de “clube do pregão internacional”. A Philips diz estar colaborando com as autoridades.De acordo com a investigação, os executivos das empresas que faziam parte do “clube” pagavam até 40% do valor dos produtos ao empresário Miguel Iskin em forma de comissão. Iskin, preso esta manhã, já havia sido alvo da Operação Fatura Exposta, em março de 2017, com o sócio Gustavo Estellita e o secretário estadual de Saúde Sérgio Côrtes. Todos haviam sido soltos pelo ministro Gilmar Mendes(G1).