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A China enfrentou duras críticas na ONU, nesta terça-feira (6), por conta do seu programa de internação de cidadãos muçulmanos e tratamento de minorias étnicas. Quase um milhão de uigures e membros de outras etnias chinesas de língua turca estão ou estiveram detidos em campos em Xinjiang (noroeste do país), segundo estimativas citadas em agosto por um grupo de especialistas das Nações Unidas. Nesta terça, uma delegação de alto nível do regime comunista chinês teve que dar explicações sobre esse programa de prisão maciça durante o chamado Exame Periódico Universal (EPU), ao qual são submetidos os 193 membros das Nações Unidas a aproximadamente cada quatro anos( Estado de minas).