Esporte

Depois de ser atingido no olho por estilhaços durante o apedrejamento do ônibus do Boca Juniors, quando a equipe chegava para disputar a final da Libertadores – que acabou não acontecendo -, o meia Pablo Pérez se pronunciou pela primeira vez sobre o ocorrido. Veja o que disse o jogador:

“De repente apareceram 200 pessoas atirando pedras. Não tinha tanta gente na hora que atravessamos a ponte, mas estava todos acumulados em um só lugar. Foram três minutos que não desejo a ninguém. Quando saí do estádio na ambulância, nos seguiram e continuaram jogando pedras. Se eu perdesse o olho, nada poderia compensar isso. É uma vergonha. Não posso jogar futebol em um campo onde posso morrer.”