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Considerada crucial no equilíbrio das contas públicas, a reforma da Previdência pode gerar o primeiro choque entre militares e civis que integram o primeiro escalão do governo de Jair Bolsonaro (PSL).

A ala ligada às Forças Armadas defende que as corporações fiquem de fora das mudanças que serão enviadas ao Congresso Nacional em fevereiro. Apesar da promessa de reforma mais dura e contrariando técnicos da área econômica, a tendência é que Bolsonaro não inclua os militares.