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A promotoria de Tóquio fez nova acusação formal contra o brasileiro Carlos Ghosn, ex-presidente da Nissan, nesta sexta-feira (11), mesmo dia em que expira o período de prisão provisória. Ele está detido na capital japonesa desde 19 de novembro por sonegação fiscal e fraudes financeiras.

Ghosn foi acusado nesta sexta de violar a confiança da empresa e de não declarar parte de sua renda entre março de 2015 e março de 2018 (os últimos três anos fiscais japoneses). Em dezembro, o executivo já havia sido acusado pelo mesmo crime, mas em relação a 2010 e 2015.