Economia

A crise na Argentina, o corte na produção industrial mineral decorrente da tragédia de Brumadinho (MG) e um governo sem coordenação política, reduzindo a confiança do empresariado e do consumidor, têm levado especialistas a preverem mais um ano perdido na economia – o terceiro depois da recessão em que o Produto Interno Bruto (PIB) não deve crescer muito mais que 1%. Apesar de a impressão geral dos economistas ser de uma economia estagnada em um patamar muito baixo, há quem já fale em “cheiro de recessão”, como a economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif, ou em “possível recessão técnica”, como o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale (Estado de minas).