Polícia

As autoras da cartilha são tatuadoras, que se reuniram a convite da ativista e professora de literatura Duda Salabert para discutir o tema, logo depois de Leandro Caldeira Alves Pereira, de 44 anos que trabalhava em um estúdio na Savassi, ter sido indiciado por violação sexual mediante fraude contra pelo menos 19 mulheres. “A gente se uniu para criar um material informativo, visto que o ponto em comum nos relatos era a falta de informações das vítimas em relação aos procedimentos de tatuagem”, explica a tatuadora Thereza Nardelli, de 30 anos, que participou da produção do manual, o primeiro do tipo no país. “A gente se inspirou na cartilha que o coletivo “Não é Não” fez durante o carnaval (Estado de minas).