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Hong Kong tem sido palco de grandes protestos contra uma lei que prevê autorizar as extradições para a China continental. A maioria dos manifestantes é de jovens que cresceram no mundo digital e são conscientes do perigo da vigilância na internet.

Para evitar possíveis ações judiciais, escondem seus rastros digital, desativando a geolocalização de seus smartphones, comprando bilhetes de metrô com dinheiro ou apagando redes sociais.Para Ben, um balconista de 25 anos, a lei de extradição destruirá as liberdades públicas. “Apesar de não fazermos nada radical – como falar sobre a China on-line -, com esta vigilância, podem nos encontrar”, explica

(Fonte : Correio Braziliense ).