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Amargando crise financeira e sem perspectivas de recuperação no médio prazo, o governo Zema anunciou na última semana que vai buscar na iniciativa privada soluções para um dos setores que mais precisa de investimentos no estado: a educação.

A aposta é feita em meio a um momento delicado, pouco depois do corte radical de 81 mil vagas no ensino integral – um rombo que só será reparado por completo no ano que vem e que deixa 47 mil estudantes sem acesso ao ensino em tempo integral.Este cenário já bastante negativo é agravado ainda mais em razão do desafio a ser enfrentado e superado: sair da medíocre nota de 3,59 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Ensino Médio para chegar a 4,28 em 2021.

( Fonte:UAI )