Saúde em Foco

O medo do sarampo extrapolou as unidades de atendimento médico e entrou nas salas de aula, diante de um quadro que ameaça fazer a saúde pública em Minas retroceder duas décadas no enfrentamento do vírus. Depois de interdições que vêm se tornando rotina no Sistema Único de Saúde (SUS), diante da entrada de casos suspeitos da doença, agora os fechamentos começam a alterar o cotidiano de crianças, pais e funcionários de escolas.

Ontem, a Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) do Bairro Mantiqueira, na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte, teve as atividades suspensas, assim como o Hospital do Ipsemg, duas unidades de pronto-atendimento (UPAs) e quatro postos de saúde. Em 14 dias, o protocolo para bloqueio da virose – com fechamento temporário e desinfecção de locais pelos quais transitem pacientes com sintomas – foi adotado 33 vezes na capital mineira. A vacinação continua disponível, gratuitamente, para a população.

( Fonte:Estado de Minas )