Economia

Se você acha que esse tipo de investimento é restrito a quem “nasceu com a vida ganha”, reveja seus conceitos. Filho de porteiro e manicure, morador da Barragem Santa Lúcia, Matheus é atendente de delivery de um restaurante japonês da capital mineira, atividade que lhe rende pouco mais de R$ 1.500 por mês. Quando se tornou investidor, há cerca de um ano e meio, ganhava um salário mínimo. Hoje, acumula R$ 13 mil em investimentos. “Comecei com R$ 200, economizados do meu transporte. Em vez de gastar o dinheiro da passagem que os meus patrões me davam, eu aplicava e voltava para casa a pé”, conta o jovem, que sonha em seguir os passos de Luiz Barsi Filho, considerado maior investidor da Bovespa. Ele começou a se aventurar no mercado financeiro aos 20 anos, com os trocados que ganhava como engraxate. Atualmente, é dono de um patrimônio avaliado em R$ 2 bilhões. (Estado de Minas)