Jornal da Manhã

Um drama que representou mais de 4 anos de atrasos e até hoje não tem uma solução adequada desde o rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana, em novembro de 2015, é saber exatamente o destino dos cerca de 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério de ferro que vazaram na tragédia e inundaram o Vale do Rio Doce.

Desafio similar pode ter desfecho menos problemático no caso da ruptura da Barragem B1, da Vale, na Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho. Estudos realizados pela mineradora mostram que uma das opções preferidas seria recolher os cerca de 7 milhões de metros cúbicos de rejeitos espalhados pelos 9,6 quilômetros de extensão do Ribeirão Ferro-Carvão e  injetá-los na antiga cava da Mina Córrego do Feijão, uma depressão rochosa aberta na serra com capacidade para receber até 27 milhões de metros cúbicos de material e que fica dentro do próprio complexo minerário. Esse destino confinado poderia representar menores impactos e mais segurança.

Fonte: Estado de Minas