Manhã

A população da Grande BH está com mais medo de se contaminar pela COVID-19, percebe ser essa uma doença muito grave e parte desse sentimento pode estar vindo de uma sensação de que as pessoas ao seu redor não estão tão comprometidas com as medidas de afastamento social. Os impactos econômicos já são sentidos, mas a disposição de se afastar para prevenir o contágio continua alta.

Essas são algumas das tendências apontadas pela quarta semana da pesquisa “Termômetros da Crise COVID-19”, realizada pelo Instituto Olhar/Netquest/Crisp/UFMG e divulgada pelo Estado de Minas. Neste levantamento, de 23 a 28 de abril, as pessoas ouvidas emitiram notas de 0 a 10 traduzidas depois em termômetros com os parâmetros de apoio ao isolamento social, medo do novo coronavírus (Sar-Cov-2), desempenho dos governos no enfrentamento à pandemia e comprometimento econômico.

Em alta na Grande BH, a adesão pessoal ao isolamento social como política de enfrentamento à infecção chegou a 9,7 nesta quarta semana, a sua maior nota, contra 9,6, 9,5 e 9,4 das etapas anteriores. Uma ascenção é observada também na percepção da gravidade da doença, que marcou 8,5 pontos, ante os anteriores 8,2, 8,2 e 7,6.

Fonte: Estado de Minas